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10/09/2018

AGOSTO LILÁS MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

 

O CRAS, que é uma unidade de proteção social básica do SUAS, que tem por objetivo prevenir a ocorrência de situações de vulnerabilidades e riscos sociais nos territórios, por meio do desenvolvimento de potencialidades e aquisições, do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, e da ampliação do acesso aos direitos de cidadania. Ou seja, devendo oferecer serviços de caráter preventivo, protetivo e proativo. Neste Mês de Agosto não deixou de trabalhar A Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, que tem por finalidade estabelecer conceitos, princípios, diretrizes e ações de prevenção e combate à violência contra as mulheres, assim como de assistência e garantia de direitos às mulheres em situação de violência.

Do dia 22 ao dia 29 de Agosto e dia 03 de Setembro, trabalhou com as famílias inseridas No PAIF( Programa de atenção Integral às Familias) e no SCFV ( Serviços de Convivência e Fortalecimentos de Vinculos). Foi entregue a cada família um Panfleto informativo sobre o que caracteriza o crime.

Posso dizer-lhes que foi um tema bem acolhido pelas famílias, um momento criado para discutirmos e refletirmos, sobre varias questões que envolvem o tema e quanto nossa Justiça tem avançado. Lembrando que:

O Congresso Nacional aprovou em Agosto de 2006 Lei nº 11.340/2006 – popularmente conhecida como Lei Maria da Penha – tornou-se o principal instrumento legal para coibir e punir a violência doméstica praticada contra mulheres no Brasil.

Lei Maria da Penha é considerada um avanço, pois reconhece como crime a violência intrafamiliar e doméstica, tipifica as situações de violência determinando a aplicação de pena de prisão ao agressor e garante o encaminhamento da vítima e seus dependentes a serviços de proteção e assistência social.

Pela legislação, configura-se violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão, baseada no gênero, que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial.

A violência contra a mulher está presente em todas as classes sociais, independentemente de nível cultural, econômico-financeiro, raça, credos.

Mesmo assim, acredito que muitas mulheres ainda sofram e precisam de ajuda para superarem as vivências traumáticas vividas pelo contexto. E também orientamos na perspectiva de que nós mulheres precisamos ficar atentas aos comportamentos de alguns homens que no inicio de um relacionamento, se demonstra agressivo. Medidas preventivas são essenciais para evitarem dados maiores.

Texto: doutora Poliane da Silva Oliveira Psicóloga do CRAS, de São Francisco

Por: Anderson Pimenta